Projeto verão!

Acho que essa é a primeira vez na vida que vejo foto do pessoal em lugares frios e estou muito feliz de começar o ano no calorzão! E olha que eu odeio calor hein..

Ando muito empolgada com essa ideia de mar, areia, piscina, chuva… Acho que minha ligação com a natureza está crescendo e isso vem como consequência! Confesso que estou bem ansiosa pra passar uns três diaszinhos na praia esse mês!

Mas uma coisa que tenho identificado em mim e nas minhas amigas, sejam reais ou amizades virtuais, é o medo que vem no pacote de ficar de biquíni e mostrar o corpão pro povo.

Algo tão gostoso como ir a praia ou encontrar os amigos pra ir na piscina não deveria gerar tanto desconforto, não é mesmo?

Gostaria de ter o antídoto contra o famoso #projetoverão, mas não tenho. Verão é uma época intensa na minha luta pela autoaceitação, isso porque muita gente não nos deixa esquecer disso. Parece que tudo o que o pessoal fala nesses primeiros meses no ano é sobre a necessidade de emagrecer e recebemos uma chuva de foto de “corpos perfeitos” na praia. Acontece que muitas vezes essas fotos não são reais. As próprias pessoas das fotos, muitas vezes, possuem grande conflito interno, se é que a foto mostra a realidade.

Mas ver fotos não é de todo o mal. Eu amo ver e postar (quando rola coragem) fotos que mostrem nosso corpo de verdade, quem somos e o porquê de estar tudo okay você tendo o corpo que tem e eu tendo o corpo que tenho. Nosso corpo é nosso lar, não devemos apenas cuidar dele, mas também respeitá-lo.

É bem difícil finalizar já que não tenho uma resposta pronta pra compartilhar… Mas estou sempre por aí, na busca de novas inspirações e me sinto muito feliz quando minhas palavras e gestos servem de conforto para outras pessoas. Portanto, se você chegou até aqui, meu único objetivo é que você se sinta acolhida, representada e saiba que essa é uma luta conjunta, de mana pra mana, por nós mesmas.

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London, baby!

Há aproximadamente um mês realizei um dos maiores – se não o maior – sonhos até então. Dia oito de novembro, eu meu irmão Felipe e Pedro partimos pra Londres, com direito à escala em Casablanca! Infelizmente nossa conexão não nos permitiu conhecer Marrocos como queríamos, mas já está valendo! Logo aviso que esse post poderá ser longuinho, mas garanto que será recheado de fotos de lugares incríveis!

Quando chegamos fizemos o caminho do metrô até a casa das pessoas maravilhosas que nos acolheram. Ficamos no apartamento de um parente e de sua esposa. Estar nesse apê foi uma das melhores partes, pois além de viver meio a uma decoração maravilhosa cheia de plantas, pudemos sentir um pouquinho de como seria morar em Londres, fazendo compras no supermercado e tudo mais. No primeiro dia optamos por curtir o ar Londrino tomando vinho e comendo queijos!

Antes de continuar a descrever algumas vivencias em especial, vou destacar o que acho deu a essa viagem o toque mais especial: clima natalino! Sou o tipo de pessoa que conta os dias pra dezembro e enfeita tudo o que pode com luzinhas e pingentes de natal. Na Inglaterra, acredito que assim como em muitos outros lugares, as pessoas dão demasiada importância pra essa data, o que, claro, eu não achei exagero algum! Lojas, rua, casas… já tudo exalando natal! Eles têm advent calendar pra tudo (aqueles calendários de contagem regressiva pro dia 25 que dá uma surpresinha por dia, sabe?), musicas de natal nos lugares públicos e todos os tipos de suéter natalino brega que você pode imaginar!

Ansiosa como sou, no primeiro dia fomos logo a Oxford Street! Era um dos lugares que mais queria conhecer, com a melhor decoração de natal, ônibus vermelho pra lá e pra cá e todos tipos de loja! A noite fomos em uma região não turística, uma experiência muito boa, passamos de pub em pub tomado pints de chopp, uma típica sexta a noite pra eles, eu diria!

Outro lugar que eu não conseguia me conter pra ver é Notting Hill, o famoso lar da porta azul! Lá também tem a casa que morava o George Orwell, portinhas coloridas e quilometros de feirinhas com os mais diversos objetos e comida!

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O primeiro livro que comprei durante a viagem ♥

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Impossível escolher um lugar, mas se eu escolhesse, os parques seriam os lugares mais encantadores de todos! Sou meio suspeita por causa da tamanha gratidão que sinto quando estou cercada de árvores, flores, animais… Mas acho que nesses casos pouca gente discordaria de mim! Quando penso em Londres penso naquelas folhas de outono caindo e deixando o chão bem alaranjado pra contrastar com o cinza do céu. E foi exatamente isso que vi! Realmente gostei de estar lá no outono, deu pra sentir um belo de um frio (que nunca tinha sentido aqui no Brasil) e ainda assim esse frio não atrapalhou os passeios, além da paisagem maravilhosa que estava em todos os lugares! Mas não vou negar que aceitaria ir pra lá agora que está nevando e realizar o sonho de ver neve…

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Nos planos da viagem deixamos bem claro que visitar museus seria uma prioridade. E não foi diferente! A maioria dos museus são de graça ou tem preços bem acessíveis, ou seja, não tem desculpa! Um mais impressionante que o outro, vi coisas que nem sabia que existiam na vida! Fomos na National Gallery, onde vi quadros ORIGINAIS do Monet, Van Gogh, Leonardo da Vinci, Michelangelo, Raphael… Dá pra acreditar numa coisa dessas? Meu preferido foi o quadro de girassóis do nosso amigo Vincent! Passamos também pelo Museu de História Natural, piramos muito lá dentro vendo os dinossauros e tantas espécies de animais. Fomos no Madame Tussauds, porque né, já que não podemos ver pessoas famosas de perto, veremos de uma maneira bem mais creepy em forma de boneco de cera bem realista! E o último foi o Science Museum, confesso que não passamos por ele todo, era bem gigante e difícil de se encontrar lá dentro, mas as coisas que vimos compensa qualquer confusão!

Planejamos a vigem em abril desse ano, ou seja, foi um longo tempo de espera! Passei por tanta coisa nesse período que tudo que eu me perguntava era se a ficha dessa viagem ainda iria cair, porque o negócio tava realmente surreal! A contagem regressiva começou com quase 200 dias e foi lá pro dia 20 que começou a ficar real. Mas confesso que o meu medo era que tudo fosse tão fantástico que viria uma consequente sensação de que aquilo não estava acontecendo. Foi assim durante a primeira noite da viagem, bem difícil de acreditar.

Na primeira manhã, abri os olhos e vi a janela, um dia bem cinza, folhas laranjas balançando e prédios fofinhos no fundo. Foi quando me dei conta! É indescritível o que senti naquele momento, não consigo lembrar de nenhuma outra vez que senti tamanha euforia e ainda assim uma enorme paz de espírito.

Outra coisa que fez tudo parecer tão real foi chegar naqueles lugares bem turistão mesmo! Que a gente vê em filmes, cartões postais, fundo de tela de computador e estampa de almofada. Nessas horas que eu pensava que, embora surreal, as coisas pareciam natural, entende? Aqueles lugares estavam ali tão reais quanto qualquer outro, as pessoas estavam passando por eles e seguindo sua rotina como em qualquer outro lugar. E eu estava ali. Tive a sensação de pertence. Aconchego.

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Passamos por outros lugares incríveis. Fomos no apartamento 221B na Baker Street, a casa de Sherlock Holmes, a casinha mais aconchegante, devo dizer. Claro que não resisti e sai de lá com um livrinho debaixo do braço! Assistimos Brasil x Inglaterra no Wembley Stadium, com direito a aparecer no telão e a tomar chocolate quente – porque estava muuuuuito frio pra tomar cerveja. Uma pena foi não ter visto nenhum gol, o jogo acabou 0 x 0, talvez não sejamos tão pé quentes quanto pensávamos… Também acabamos caindo sem querer em Covent Garden: o lugar mais natalino que já vi na vida! Foi nele que me senti no meu momento mais festivo! O lugar cheirava a natal, tinha enfeites de natal, músicas de natal e tudo o que você possa imaginar!

Ah! Precisamos falar da experiência de atravessar a Plataforma 9 3/4, não é mesmo? Essa viagem me trouxe maior intimidade com o mundo de Harry Potter. Se eu já era apaixonada, esse amor só cresceu. De certa forma, é lá onde tudo acontece e eles não nos deixam esquecer isso! Na loja ao lado da estação é onde queria deixar todo meu dinheiro! Comprei uma edição de 20 anos e um cachecol da grifinória – porque ainda não tinha feito meu teste no Pottermore e descoberto que na verdade sou Corvinal. Na viagem também comprei funkos de Rony e Hermione com as roupas do Prisioneiro de Askaban (um de meus favoritos). Mas confesso que ao chegar no Brasil me decepcionei vendo a J.K. defendendo o Johnny Depp..

Sei que não foi fácil acompanhar tanta foto e falatório até aqui, mas o blog é meu cantinho especial e não poderia deixar esse registro de fora! Além do que uma das melhores coisas de viver aventuras é compartilhar com quem gosta de ouvir, não é mesmo?

Viver Londres foi viver os dias mais felizes da minha vida, não é a toa que fiquei tão deprê quando tive que voltar. Mas vive Londres me fez reconhecer tudo aquilo que falam sobre viagens. Que isso te faz crescer. Traz autoconhecimento. Acredito que viagem é um vício, quanto mais a gente conhece o mundo mais percebemos que ainda há muito para conhecer.

Deixei Londres com um aperto no coração, mas espero de braços abertos tudo o que esse planeta ainda tem a oferecer!

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PS. Passamos alguns dias em Liverpool que estarão presentes em outro post!

Take easy.

A gente tem uma mania muito doida de se comparar.

Isso é frequente nos estudos, quando algumas pessoas entendem tão bem uma matéria e logo já relacionam com tantos conteúdos vistos há tempo e a gente ainda não chegou lá. Rola aquela ideia de que nunca alcançaremos tal nível intelectual.

Isso acontece quando nos comparamos com moços e moças da TV. Nem precisamos ir tão longe. Acontece quando comparamos nosso cabelo com o do vizinho, nossa roupa com a da fulana e nosso corpo com dos nossos amigos.

Acontece quando a gente pensa se é suficientemente bom pra estar num relacionamento com tal pessoa.

Acontece também na hora de decidirmos se vamos nos permitir a fazer aquilo que tal pessoa faz e que a gente morre de vontade mas ainda não sabemos se merecemos.

Quem não passou por situações assim tem uma baita de uma confiança, eu não conheço ninguém.

Aprendi que nessas horas a resposta é a mais simples possível: ignorar. Ignorar a voz que diz que não somos bonitos, inteligentes, legais ou merecedores o suficiente. Temos que ir com calma, pegar leve. Vivemos com o discurso de que cada um é um , mas e muitas vezes não reconhecemos nossa própria individualidade. Nosso tempo de aprender e nossa beleza única.

Devemos valorizar cada tempo que temos pra passar com a gente mesmo. Com calma. Fazer o que a gente quer. Buscar o que a gente gosta. Deveríamos diariamente nos dar a oportunidade de autoconhecimento como damos a oportunidade de conhecer um novo amigo. Com paciência, descobrindo o que gostamos de fazer em nossa própria companhia e o que é melhor fazer com outras pessoas. O que nos diverte. Buscar o que achamos legal em nós, qualidades boas e, ao descobrir os defeitos, aprender a respeitá-los. Pois se todos tem limites, nós mesmos não seríamos diferentes.

Uma gota de amor próprio por dia e nosso respeito vem como consequência ❤

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Chegou

Todo mundo sonha.

Eu, como uma boa pisciana, me alimentei de sonhos a vida toda. Imaginava situações e as reproduzia quando estava sozinha em meu quarto. Sonhava com viagens, em ser cantora, em ter superpoderes, em ajudar os outros…

Mas, apesar de ser uma pessoa positiva, sabia que por aquele momento era só sonho. Alguns me levariam a algum lugar, outros estavam longe de acontecer.

Acontece que os sonhos se renovam. Por isso não me deixei abater por aqueles que não foram pra frente. Tinha novos sonhos pra sonhar, mais combustível.

Foi essa coleção de sonhos que nunca me fez parar de sonhar. Que me fez como sou hoje.

Vamos lá, realizar um sonho. Porque o segredo é nunca parar de sonhar!

Capitão Fantástico

Tô aqui pra falar de um daqueles filmes que as pessoas indicam e a gente demora um tempão pra ver mas depois que vê dá vontade de agarrar no pescoço da pessoa e dizer “como você não me obrigou a ver isso antes?“. Sabe do que eu tô falando né?

Capitão Fantástico nos faz rever conceitos básicos enraizados no nosso cotidiano, com os quais já somos um tanto quanto familiares ou negamos enxergar até o momento que não há saída.

O filme mostra dois lados de uma concepção de vida, aquilo que precisamos e aquilo que queremos, aquilo que a natureza pode nos dar e aquilo que queremos produzir, noções sobre religião, capitalismo, suas consequências e as consequências de viver contra essas ideias e ideais.

A história conta é sobre uma família adepta à vida na natureza, cujas crianças são educadas pelos pais, todos vivendo de seus frutos e caças, de sua filosofia de vida e concepção do que é necessário e bom para o ser. Mas, com o ocorrido de um imprevisto, todos têm que enfrentar a realidade social que predomina no mundo, a do capitalismo. Obviamente que confrontos com familiares e outros meios de educação estão presentes na história e traz não só a reflexão sobre um estilo de vida mas também sobre ritos de passagem presentes na sociedade que talvez não possuam um real fundamento que não os já impostos.

Me surpreendi em me identificar com tantos pensamentos e atitudes que as vezes fazem as pessoas olharem torto quando me expresso, mas também pude ver que a realidade desses pensamentos são muito mais profundas, há benefícios maiores, assim como consequências.

Se pudesse deixar a indicação do ano, seria esse filme!

Jane the Virgin

Faz tempo que tô pra falar dessa série que ganhou my full heart! Não sei se foram as circunstâncias nas quais comecei a ver Jane ou se foi puramente a trama, mas a série é do tipo que da aquele ar de aconchego mesmo mexendo com os nossos nervos!

Quando tento explicar sobre o que se trata sempre uso o termo “novela latina em forma de série” (o que não deixa de ser já que é uma adaptação), porque realmente é tanta coisa num lugar só que eu nunca vi nada mais parecido!

Bom, então se você quer saber do que se trata “Jane the Virgin”, vamos conversar um pouco..

Jane (a diva Gina Rodriguez) é uma menina nos seus 20 e poucos anos, americana mas de origem latina, católica, louca por listas, muito sonhadora e um desses sonhos é ser escritora. A mãe de Jane, Xiomara,  descontraída e afim de curtir a vida, ficou grávida ainda muito novinha, o que foi um certo desapontamento pra sua abuela, católica fervorosa que ensinou Jane que o certo é se casar antes de “entregar sua flor”.

Com esse objetivo em mente, logo no início Jane fica noiva de seu namorado, o detetive Michael ( <3), buuut o que acontece é que numa visita à sua casual à sua ginecologista, Luisa acidentalmente insemina em Jane o esperma de seu irmão Rafael – antigo crush da Jane e dono do hotel em que ela trabalha – e que deveria se colocado em sua esposa Petra. Tá dando pra entender? Jane, a virgem, grávida.

Tem também a participação do Rogelio (Jaime Camil), um astro das telenovelas latinas que vai desempenhar uma papel muito importante na história! E como se não fosse o suficiente, rola aparição de gêmeo mal, assassinatos e investigação criminal.

Sei que uma parte de mim amou essa séria pela inclusão que ela promove. Jane não poderia ser mais gente como a gente. Não necessariamente dentro dos padrões de beleza hollywoodianos e de sangue latino – assim como grande parte do elenco – ela tá lá pra viver os dramas dos 20 e poucos anos, as confusões amorosas, os desafios de escrever e publicar um livro e a realidade do que é ser uma mãe, já que sua maternidade não é lá bem romantizada como vemos por aí..

Acho que o melhor mesmo é deixar que vocês tirem suas próprias conclusões! Mas garanto que Jane é a companheira perfeita pra uma maratona – de série!

Vinte e poucos?

21 anos acho que ainda é uma idade precoce pra se considerar parte do grupo dos “20 e poucos”, afinal, tá só começando. Mas não posso deixar de imaginar como as coisas serão daqui pra frente e como elas não foram.

Esses dias no almoço com minhas amigas (elas com quase 22) falávamos sobre como nos imaginávamos na casa dos 20 quando eramos adolescentes. “Alta, magra, independente, meio rica, festas e um pouco mais de independência”. Bem, não preciso nem falar que a maior parte de nós não tem nem emprego ainda e não passa de 1,60m, né?

As vezes me pego fazendo meus cálculos: “ainda tenho uns 4 anos pra conhecer uma galera como em Friends” ou “uns dois pra chegar no corpo que eu quero”. Quando me falam algo sobre meus 17 anos penso que foi ontem até me dar conta que quem tem 17 agora é uns 4 anos mais novo que eu!

Não me levem a mal, isso não é um tipo de crise da mini idade ou algo assim. É simplesmente maravilhoso ver a vida passando e as conquistas chegando. Mesmo que sejam diferentes das que eram esperadas.

Posso não ser amiga da Phoebe ou do Chandler, mas tenho amigos maravilhosos com quem compartilhar as ansiedades; com certeza não tenho a aparência que sonhei, mas, mais valioso que isso, aprendi que não existem aparências a serem menosprezadas.

Ter 20 e poucos é ir ao mercado comprar sua própria garrafa de vinho que você provavelmente tomará sozinha. Em uma noite. Na sua própria companhia. É estar feliz por poder pegar o carro e ir pra onde bem entender e ao mesmo tempo se sentir culpada por estar crescendo e deixando minha mãe em casa me vendo voar. É não conseguir guardar mais pra si as tantas opiniões que divergem de sua amada, porém confusa, família. É ver suas amigas ficando noivas, casando e até tendo filhos enquanto por dentro fico tão feliz de não estar amadurecida como achava que estaria nessa idade. É ver as pessoas meio desesperadas por fazer 30 anos sem nem entender o porquê, já que a energia e a loucura por viver é tanta que a gente quer mesmo é que venham os próximos anos! É desistir da maior parte das festas programadas por uma bela noitada de filmes que, não vão mentir, acabam sendo repetidos ou uma comedinha besteirol (afinal, toda a energia pra uma reflexão profunda ficou na faculdade durante semana).

Tenho 21 e escrevo sobre o que essa idade significa pra mim. Tão cheia de planos que não cabem em uma Gabriela só. É o tipo de texto que precisa-se guardar. Porque pelo que vejo por ai, minha opinião sobre esses 20 e poucos pode mudar bastante nos próximos seis ou sete anos…

Encerro esse post com um filme que, segundo uma amiga, é tão pisciano e que assisti há uma semana. Um filme que não poderia representar melhor a vontade de viver e o frio na barriga que dá botar a cara no mundo.

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“Então, pequena Amélie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço como o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!”